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Brasil e Argentina: da Rivalidade à Cooperação

Brasil e Argentina: da Rivalidade à Cooperação

Lançamento Cenegri Edições/Cátedra de Política Internacional Argentina-Universidad Nacional de Rosario (Argentina), 2013. 192 páginas. ISBN 978-85-61336-09-7

Valor: R$ 30,00 + R$ 7,00 (Correios)= R$ 37,00.

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Organizadores

 

Charles Pennaforte é diretor-geral do Centro de Estudos em Geopolítica e Relações Internacionais (CENEGRI), doutor em Relações Internacionais pela Universidad Nacional de La Plata (Argentina), conferencista e editor da revista Intellector, publicada pelo mesmo Centro.

Possui inúmeros artigos e trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Seus últimos livros publicados são: Defesa Nacional – Desafios e Perspectivas Geopolíticas, Análise dos Sistemas-Mundo: Uma Introdução ao Pensamento de I. Wallerstein, China, o Gigante do Século XXI e Panorama Contemporâneo — Geopolítica e Relações Internacionais (Cenegri Edições).

Dedica-se há mais duas décadas ao estudo da Geopolítica e da Globalização. É coordenador de curso de graduação em Relações Internacionais e do MBA em Geopolítica e Relações Internacionais da Universidade Paulista (UNIP), Campus Paraíso, São Paulo.

 

 

Roberto Miranda é pesquisador independente  (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas). Professor de Política Internacional Argentina (Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales, Universidad Nacional de Rosario). Professor do mestrado e do doutorado em Relaciones Internacionales no Instituto de Relaciones Internacionales (IRI), Universidad Nacional de La Plata. 

 

 

Apresentação

 

O livro que o CENEGRI traz ao leitor em parceria com a Universidad Nacional de Rosario (UNR), da Argentina, através da Cátedra de Política Internacional Argentina da Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales, é um esforço de pesquisadores brasileiros e argentinos na compreensão da aproximação política e econômica entre os dois gigantes sul-americanos.

As rivalidades que existiam entre o Palácio do Catete, e posteriormente Brasília, e a Casa Rosada entraram em uma inflexão a partir da Guerra das Malvinas, em 1982. O Brasil, durante o conflito, posicionou-se claramente a favor de Buenos Aires na ONU e, principalmente, no momento em que aviões britânicos necessitaram pousar em território brasileiro. Brasília não permitiu que os aviões da Royal Air Force voltassem ao ar com armas que inevitavelmente seriam utilizadas nas Malvinas.

Com o fim do conflito e a derrota de Buenos Aires, a ditadura militar argentina sucumbiu em 1983. Dois anos depois, acontecia o mesmo no Brasil. A partir daí, com a exceção do Chile, cuja ditadura acabaria em 1990, a América do Sul entrou em um processo de redemocratização.

A aproximação de Brasil e Argentina ganhou força em 1985, quando os presidentes Raúl Alfosín e José Sarney assinavam a Declaração de Iguaçu. Em 1990, Fernando Collor e Carlos Menem assinaram a Ata de Buenos Aires para a maior integração alfandegária entre os dois países.

No ano seguinte, era assinado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai o Tratado de Assunção,  para a formação do MERCOSUL. Logicamente, os dois países — Brasil e Argentina — foram os principais artífices do processo de integração.

A partir daí, as “idas e vindas” do MERCOSUL são conhecidas por todos. As muitas críticas por parte da Direita e a defesa por parte da Esquerda no Brasil são os principais componentes da análise das relações entre o Palácio do Planalto e a Casa Rosada.

Este livro é o resultado da proposta de fazer uma análise ampla dos dois países a partir das percepções de especialistas argentinos e brasileiros.

Abordando o tema Governabilidade, os pesquisadores Izan Reis de Araújo, Fabiana de Oliveira e Charles Pennaforte, analisam a dinâmica argentina no artigo Argentina: Estrutura Política-institucional Frente ao Dilema da Governablidade.

No que se refere à dinâmica sul-americana entre os dois países no contexto internacional, temos a análise do especialista Roberto Miranda, com o seu artigo Poder Sudamericano: Argentina y Brasil en la Relación a la Permisividad Internacional.

Sobre a relação entre política externa e democracia, temos o interessante artigo de Mauricio Santoro, intitulado Democracia e Politica Externa no Cone Sul da América Latina.

Analisando o compartilhamento de cenários geopolíticos e estratégicos entre as duas nações, temos artigo de Marina Vitelli, Visiones Geoestratégicas Sobre a América del Sur en las  Políticas de Defensa de Argentina y Brasil.

Fazendo uma retrospectiva sobre as relações entre as duas nações, temos o texto de Leonardo Granato: As Relações Bilaterais Argntino-Brasilerias no Quadro de Integração Regional: de um Quadro de Rivalidade ao Despertar de uma Efetiva Cooperação.

Fechando esta obra, temos o artigo de Graciela Zubelzú, Argentina Pos-crisis: Inserción y Política Exteriorque analisa a inserção internacional no período que se seguiu após a crise de 2001.  

Acreditamos que este livro será de importante utilização para pesquisadores, estudantes, diplomatas e interessados no tema. Em um momento no qual se analisa a real validade do MERCOSUL e da União das Nações Sul-Americanas, ora em curso, temos a certeza de que a compreensão de todo o processo é fundamental para vislumbrarmos um futuro mais promissor para todos.

Boa leitura.

 

Organizadores

 

 

 

 

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